Receita → EBITDA → Lucro
Waterfall gerencial da formação do resultado no período.
Simule resultado operacional, rentabilidade, estrutura de capital, inadimplência, ponto de equilíbrio, valuation indicativo, pró-labore e dividendos. Depois, transforme os números em gráficos, score gerencial e inteligência financeira.
O diagnóstico combina geração operacional, rentabilidade, endividamento, caixa, inadimplência e estrutura de custos. As referências são gerenciais e devem ser interpretadas conforme setor, modelo de negócio e estágio da empresa.
Waterfall gerencial da formação do resultado no período.
Participação dos custos e despesas informados.
Normalização visual 0–100; não representa rating de mercado.
Margens e retornos calculados a partir dos dados disponíveis.
A interpretação depende do setor, fluxo de caixa, prazos, juros e refinanciamento.
Estimativa indicativa baseada em múltiplos. Não constitui laudo de avaliação, valuation independente ou recomendação de investimento.
MARKET_CONFIG para ativar cotações, gráficos e informações financeiras.Entenda os principais indicadores da sua empresa.
Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Mede a geração operacional antes da estrutura financeira e de itens contábeis não-caixa.
Lucro bruto − OPEX (antes de depreciação e amortização, conforme estrutura adotada)
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lucro operacional após depreciação e amortização, antes de juros e tributos sobre o lucro.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lucro antes dos tributos sobre o lucro: EBIT menos resultado financeiro líquido.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lucro operacional após impostos, usado principalmente no ROIC.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Estimativa do valor econômico da empresa. Pode usar múltiplos, fluxo de caixa descontado (DCF), transações comparáveis ou valor patrimonial.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Valor das operações da empresa para todos os financiadores. Em forma simplificada: valor do equity + dívida líquida.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Valor atribuível aos sócios/acionistas após considerar dívida e caixa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo das Mercadorias Vendidas. Fórmula clássica: estoque inicial + compras − estoque final.
Estoque Inicial + Compras − Estoque Final
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo dos Produtos Vendidos; equivalente industrial do CMV.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo dos Serviços Vendidos/Prestados.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Total faturado antes de impostos sobre vendas, devoluções e abatimentos.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Receita bruta menos impostos sobre vendas, devoluções e descontos incondicionais.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Receita líquida menos CMV/CPV/CSV.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lucro bruto dividido pela receita líquida.
Lucro Bruto ÷ Receita Líquida × 100
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Operational Expenditure: despesas operacionais recorrentes necessárias à operação.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Capital Expenditure: investimentos em ativos de longa duração, como máquinas, infraestrutura e equipamentos.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Cost of Goods Sold; termo em inglês para CMV/CPV.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
EBITDA dividido pela receita líquida.
EBITDA ÷ Receita Líquida × 100
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
EBIT dividido pela receita líquida.
EBIT ÷ Receita Líquida × 100
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lucro líquido dividido pela receita líquida.
Lucro Líquido ÷ Receita Líquida × 100
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Return on Invested Capital: NOPAT dividido pelo capital investido. Mede eficiência do capital aplicado no negócio.
NOPAT ÷ Capital Investido × 100
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Return on Equity: lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido. Mede retorno do capital dos sócios.
Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido × 100
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Return on Assets: lucro líquido dividido pelos ativos totais.
Lucro Líquido ÷ Ativos Totais × 100
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Retorno sobre um investimento específico: ganho líquido em relação ao capital aplicado.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Non-Performing Loan. Em crédito, mede empréstimos/recebíveis problemáticos ou inadimplentes em relação à carteira. O critério exato depende da política contábil/regulatória.
Recebíveis problemáticos ÷ carteira/contas a receber × 100
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Dívida financeira bruta menos caixa e equivalentes.
Dívida Onerosa − Caixa e Equivalentes
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Índice de alavancagem que aproxima quantos anos de EBITDA seriam necessários para cobrir a dívida líquida, sem considerar outras variáveis.
Dívida Líquida ÷ EBITDA
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo médio ponderado de capital; combina custo do capital próprio e da dívida. É muito usado como taxa de desconto em valuation.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo do capital próprio.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo da dívida.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Fluxo de Caixa Descontado: valuation baseado no valor presente dos fluxos de caixa futuros.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Fluxo de caixa livre para a firma, disponível a credores e acionistas.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Fluxo de caixa livre para o acionista/sócio.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Caixa gerado ou consumido pelas atividades principais da empresa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Caixa operacional após investimentos necessários, em uma definição comum.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Recursos necessários para financiar o ciclo operacional.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Necessidade de Capital de Giro: recursos presos no ciclo entre pagar fornecedores e receber clientes.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativo circulante dividido pelo passivo circulante.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativo circulante menos estoques, dividido pelo passivo circulante.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Caixa e equivalentes dividido pelo passivo circulante.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Nome em inglês da liquidez corrente.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Nome em inglês para índice próximo da liquidez seca.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Velocidade mensal de consumo de caixa, muito usada em startups.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Quantidade de meses que o caixa sustenta a operação ao burn rate atual.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Nível de receita/vendas no qual lucro operacional é aproximadamente zero.
Custos fixos ÷ Margem de contribuição percentual (modelo simplificado)
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Receita menos custos e despesas variáveis. Financia os custos fixos e depois gera lucro.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Receita dividida pelo número de vendas/pedidos/clientes no período, conforme o uso.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Custo de Aquisição de Cliente.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Lifetime Value: valor econômico esperado de um cliente ao longo do relacionamento.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Relação entre valor do cliente e custo para adquiri-lo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Percentual de clientes ou receita perdida em determinado período.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Monthly Recurring Revenue: receita recorrente mensal.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Annual Recurring Revenue: receita recorrente anualizada.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Average Revenue Per User: receita média por usuário/cliente.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Gross Merchandise Value: valor bruto transacionado em uma plataforma/marketplace; não é necessariamente receita da empresa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Percentual do GMV efetivamente capturado como receita/taxa pela plataforma.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Direitos de recebimento de clientes.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Days Sales Outstanding: prazo médio, em dias, para receber vendas a prazo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Obrigações com fornecedores e demais credores.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Days Payable Outstanding: prazo médio para pagamento a fornecedores.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Days Inventory Outstanding: dias médios de estoque.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
DIO + DSO − DPO. Mede quantos dias o capital fica preso no ciclo operacional.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Valores vencidos e não pagos segundo o critério definido pela empresa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Perdas estimadas em créditos de liquidação duvidosa; provisão contábil para risco de não recebimento.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Recursos controlados pela empresa capazes de gerar benefícios econômicos.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Obrigações presentes da empresa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativos menos passivos; representa o valor contábil residual dos proprietários.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativos realizáveis no ciclo operacional ou curto prazo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Obrigações exigíveis no ciclo operacional ou curto prazo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativos físicos de uso duradouro, como máquinas e imóveis operacionais.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ativos sem substância física, como software, patentes e marcas quando reconhecidos contabilmente.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Alocação contábil do custo de ativos tangíveis ao longo da vida útil.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Alocação do valor de determinados ativos intangíveis/direitos ao longo do tempo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Passivo de prazo ou valor incerto reconhecido conforme critérios contábeis.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Demonstração do Resultado do Exercício: receita, custos, despesas e lucro/prejuízo.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Demonstração de ativos, passivos e patrimônio líquido em uma data.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Demonstração dos Fluxos de Caixa.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Reconhecimento de receitas/despesas quando geradas/incorridas, não necessariamente quando o dinheiro entra/sai.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
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O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Reconhecimento baseado no efetivo recebimento/pagamento; útil gerencialmente, mas não substitui regras contábeis aplicáveis.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Remuneração dos sócios pelo trabalho exercido na empresa; tem tratamento distinto da distribuição de lucros.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Parcela do lucro distribuída aos sócios/acionistas segundo legislação, contrato/estatuto e demonstrações contábeis.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Margem bruta.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Margem operacional, normalmente EBIT/receita líquida.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Margem líquida.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Year over Year: comparação com igual período do ano anterior.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Month over Month: comparação mês contra mês.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Taxa composta de crescimento anual.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Orçamento planejado.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Previsão atualizada de resultados futuros.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Valor efetivamente realizado.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Diferença entre realizado e orçamento/previsão.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
EBITDA com exclusões/inclusões gerenciais específicas. Deve ter reconciliação clara para não mascarar resultados.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Ágio por expectativa de rentabilidade futura reconhecido em combinações de negócios, sujeito às regras contábeis aplicáveis.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Redução do valor contábil de um ativo quando o valor recuperável é inferior ao valor registrado.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Créditos tributários reconhecidos conforme regime e legislação aplicáveis.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Possível obrigação/risco decorrente de eventos passados, com tratamento conforme probabilidade e mensuração.
Varia conforme o conceito, a norma contábil e o contexto de análise.
Use os dados reais da empresa no período analisado e mantenha a mesma base temporal entre numerador e denominador.
O resultado deve ser comparado com histórico próprio, setor, modelo de negócio e estágio da empresa. Não existe uma regra universal de “bom” ou “ruim”.
Explicação contextual com os números da sua empresa.